TV digital: mais que um formato
Parece que vai se confirmando o que os especialistas já vinham dizendo faz tempo: o computador abrigará as demais mídias e se firmará como o principal receptor de conteúdo das casas. Já é possível ler jornais (tradicionais e em novos formatos que surgem a cada dia), escutar rádio, se comunicar… tudo isso com uma interação muito maior do que a pensada tempos atrás.
Só falta mesmo a televisão. Quer dizer, não vai faltar mais porque cada vez mais pessoas no mundo estão utilizando a internet como meio de recepção de TV. O Brasil ainda engatinha nessa nova fase, mas é preciso estar atento porque a chegada da televisão ao computador não representa apenas uma troca do aparelho receptor, mas também mudanças em diversos conceitos de recepção e produção de conteúdo. E o que deve receber o maior impacto é a publicidade, que tende a ficar cada vez mais interativa e segmentada. Bom para os anunciantes e para os consumidores.
Hoje mesmo foram publicados dois posts interessantes em blogs. Um é do Tiago Doria, que conta que a revista The Economist publicou um gráfico com o uso da TV via internet no mundo (vale a pena saber quem e porquê está migrando para o computador). O outro é do Blue Bus que conta sobre experiências de segmentação de comerciais de televisão nos EUA.